Banco de Alimentos

terça-feira, novembro 24, 2009

50 maiores mentiras do mundo

01 - Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
02 - Não nos procure, nós o procuraremos.
03 - Pode deixar que eu te ligo.
04 - Puxa, como você emagreceu!
05 - Fique tranqüilo, vai dar tudo certo!
06 - Quinta-feira, sem falta, o seu vai estar pronto.
07 - Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
08 - Eu só bebo socialmente.
09 - Isso é para o seu próprio bem.
10 - Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
11 - Estou te vendendo a preço de custo.
12 - Não vou contar pra ninguém.
13 - Não é pelo dinheiro, é uma questão de princípios.
14 - Somos apenas bons amigos.
15 - Que lindo é o seu .
16 - Pode contar comigo!
17 - Você está cada vez mais jovem.
18 - Eu nem reparei que você usava peruca.
19 - Nunca broxei antes.
20 - Você foi a melhor transa que eu já tive.
21 - Não contém aditivos químicos.
22 - Estou sem troco, leve um chiclete.
23 - Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava precisando.
24 - Não se preocupe, essa não vai encolher.
25 - Não se preocupe, essa roupa vai lacear.
26 - Essa roupa é a sua cara.
27 - Eu não pude evitar.
28 - Tudo o que é meu, é seu.
29 - A inflação vai cair.
30 - Eu não sou candidato.
31 - Só vou pôr a cabecinha.
32 - O trabalho engrandece o homem!
33 - Isso nunca aconteceu comigo.
34 - Isto vai doer mais em mim do que em você.
35 - Dinheiro não traz .
36 - Você sempre foi a única.
37 - Pode ir que vou depois.
38 - Eu nem estava olhando.
39 - Que bom que você já arrumou outra, estou feliz.
40 - A amizade é o que importa.
41 - Juro que não estava sabendo.
42 - Não fui eu que contei.
43 - Está perfeito!
44 - Esse carro nunca foi batido, só fica na garagem.
45 - Não folga que sou do jiu-jitsu.
46 - Eu liguei, mas ninguém atendeu.
47 - Beleza e dinheiro não importam, e sim estar feliz.
48 - Ela era virgem quando a conheci.
49 - Nunca te traí.
50 – Eu nunca falei nenhuma dessas mentiras acima

quarta-feira, novembro 18, 2009

Com avanços tecnológicos, lixo eletrônico vai se acumulando


Agência FAPESP – Há mais de dez anos tem crescido enormemente o uso de dispositivos eletrônicos portáteis, como computadores, telefones celulares e tocadores de música (primeiramente CD e, depois, arquivos digitais). Um dos resultados, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo de lixo.
Eletrônicos hoje representam o tipo de resíduo sólido que mais cresce na maioria dos países, mesmo nos em desenvolvimento. Um dos grandes problemas de tal lixo está nas baterias, que contêm substâncias tóxicas e com grande potencial de agredir o ambiente.
Em artigo publicado na edição de 30/10 da revista Science, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comentam o problema e a ausência de políticas adequadas de reciclagem.
“O pequeno tamanho, a curta vida útil e os altos custos de reciclagem de tais produtos implicam que eles sejam comumente descartados sem muita preocupação com os impactos adversos disso para o ambiente e para a saúde pública”, apontam os autores.
Eles destacam que tais impactos ocorrem não apenas na hora de descartar os equipamentos eletrônicos, mas durante todo o ciclo de vida dos produtos, desde a fabricação ou mesmo antes, com a mineração dos metais pesados usados nas baterias.
“Isso cria riscos de toxicidade consideráveis em todo o mundo. Por exemplo, a concentração média de chumbo no sangue de crianças que vivem em Guiyu, na China, destino conhecido de lixo eletrônico, é de 15,2 microgramas por decilitro”, contam.
Segundo eles, não há nível seguro estabelecido para exposição ao chumbo, mas recomenda-se ação imediata para níveis acima de 15,2 microgramas por decilitro de sangue.
Os pesquisadores estimam que cada residência nos Estados Unidos guarde, em média, pelo menos quatro itens de lixo eletrônico pequenos (com 4,5 quilos ou menos) e entre dois e três itens grandes (com mais de 4,5 quilos). Isso representaria 747 milhões de itens, com peso superior a 1,36 milhão de toneladas.
O artigo aponta que, apesar do tamanho do problema, 67% da população no país não conhece as restrições e políticas voltadas para o descarte de lixo eletrônico. Além disso, segundo os autores, os Estados Unidos não contam com políticas públicas e fiscalização adequadas para a reciclagem e eliminação de substâncias danosas dos produtos eletrônicos.
Os pesquisadores pedem que os governos dos Estados Unidos e de outros países coloquem em prática medidas urgentes para lidar com os equipamentos eletrônicos descartados. Também destacam a necessidade de se buscar alternativas para os componentes que causem menos impactos à saúde humana e ao ambiente.
O artigo The electronics revolution: from e-wonderland to e-wasteland, de Oladele Ogunseitan e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Mudança no Código Florestal

Vivemos no País, no qual os agricultores sofrem demais com as intempéries, perdem suas grandes plantações e ficam sem dinheiro. O fato é que "eu" e a natureza não podemos pagar por isso.
Mas é brincadeira, esses agricultores sempre dão um jeito de não cumprirem a lei. Agora um deputado (adivinha da onde) do Mato Grosso, aparece com a incrível idéia de alterar o Código Florestal, que existe desde 1965, a conhecida Lei N° 4.771.
O PL do deputado consiste em diminuir a área de Reserva Legal da área de Amazônia Legal, que de acordo com o Código Florestal, é de 80% , para 50%, ou seja, se já desmatam muito com 80% de área devendo ser totalmente protegida, imagina o que não farão com uma área de 50% de RL?
Ah, e não para por aí. O PL do deputado, também consta que, a área que já foi desmatada continue sendo(what???) e que não se desmate nenhum hectarea a mais.
Eu quero viver num mundo, onde não exista poluição, onde meus filhos não cresçam com crises de asma, rinite e outras doenças respitatórias, onde eu pare numa vertente e a água de lá não esteja poluída! E se continuarem mudando a lei, para favorecerem a si próprios nunca poderei viver como quero.
Ficou mal escrito, mas preciso trabalhar!

terça-feira, novembro 10, 2009

Cidade torna ilegal ter mais de três gatos

Uma cidade de Massachusetts, Estados unidos, tornou ilegal ter mais do que três gatos em casa. Para ter direito de alimentar e dar moradia a um quarto bichano, o morador de Dudley (a cidade) precisará de uma licença especial.
A decisão foi tomada pelos moradores em votação. Conforme o "Telegram", uma multa diária de US$ 100 será aplicada para quem desrespeitar a regra.
O caso todo começou porque os vizinhos estavam reclamando da "criação" de Mary Ellen Richards, que tem simplesmente 15 gatos (me bateu de longe). A vizinhança diz que os felinos da mulher arruínam o quintal das casas.
A dona dos bichanos diz que vai enfrentar as multas, mas não pretende ficar morando no local. Ela vai procurar um lugar que seja mais "amigável" com seus filhotes.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Kilimanjaro sem neve

Divulgação Científica.




Agência FAPESP Ernest Hemingway, Ava Gardner e Gregory Peck perderam a vez para as mudanças climáticas globais. Se fosse hoje, As neves do Kilimanjaro, conto escrito em 1936 pelo autor norte-americano que virou um dos maiores sucessos de bilheteria nos cinemas em 1952, teria, no mínimo, que mudar o título.

O motivo é que as famosas neves no maior monte da África, com 5,8 mil metros, que sempre pareceram eternas, estão desaparecendo. Segundo um estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da Proceedings of the National Academy of Sciences, o gelo no topo poderá desaparecer completamente nas próximas duas décadas.

Lonnie Thompson, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, e colegas apontam que as temperaturas mais elevadas, em conjunto com as condições mais secas e com menos nuvens, estão contribuindo para a sublimação e o derretimento do gelo no alto da montanha na Tanzânia.

Os pesquisadores combinaram medidas da área congelada obtidas a partir de fotografias aéreas com dados sobre alterações na espessura do manto para determinar em que velocidade o gelo está sumindo.

Segundo eles, a área total coberta pelo gelo encolheu cerca de 85% entre 1912 e 2007. Se as condições climáticas atuais persistirem, o gelo poderá desaparecer em 2022 ou, no melhor dos cenários, em 2033.

Os autores do estudo destacam que embora as neves do Kilimanjaro tenham sobrevivido por 11.700 anos, incluindo secas históricas e alterações climáticas, sem ações de mitigação eficazes as condições atuais poderão não apenas eliminar o gelo na montanha, mas também promover um significativo impacto na vida das comunidades locais na África.

O artigo Glacier loss on Kilimanjaro continues unabated, de Lonnie Thompson e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org.

terça-feira, novembro 03, 2009

Telhado verde sim senhor!

Um projeto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) chamado Uso Sustentável de Energia (USE), foi lançado com a proposta de implantação do telhado verde e com o objetivo de reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Neste projeto, as telhas usadas nas construções são substituídas por uma camada de vegetação.

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro do USE Márcio D’Avila salienta que o melhor modelo de telhado verde, exige a análise das espécies de plantas a serem utilizadas, por exemplo, é preciso estudar a resistência dessas plantas aos períodos de falta de chuvas. É importante também não esquecer a questão estrutural da casa, o peso que cada estrutura arquitetônica precisar suportar para que o telhado verde não se transforme em soterramento verde.
Experiências com o telhado verde
Como o mundo da ciência é o mundo do ver para crer, é necessário mostrar os benefícios dessa troca das telhas comuns pela camada de vegetação. Dessa forma a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco. Segundo D’Avila o resultado dos testes foi o seguinte: com o telhado verde a temperatura interna da casa (analisada) permaneceu mais constante. Isso significa um menor aumento de temperatura em ambientes sem refrigeração que venham a possuir este tipo de telhado, assim como, uma diminuição das regiões em que há uma retenção maior de calor nos centros urbanos. Seria um alívio pra quem fica esperando pelos ônibus nas paradas,  ter uma cobertura assim…
Primeiros resultados
O comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo de energia em todos os prédios do campus. Um dos vilões do consumo é o ar-condicionado, e segundo o diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
Segundo o comitê, a previsão é estender este projeto para todos os prédios do campus nos próximos seis meses. Essa pesquisa foi iniciada em novembro do ano passado e envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas.