Banco de Alimentos

terça-feira, novembro 10, 2009

Cidade torna ilegal ter mais de três gatos

Uma cidade de Massachusetts, Estados unidos, tornou ilegal ter mais do que três gatos em casa. Para ter direito de alimentar e dar moradia a um quarto bichano, o morador de Dudley (a cidade) precisará de uma licença especial.
A decisão foi tomada pelos moradores em votação. Conforme o "Telegram", uma multa diária de US$ 100 será aplicada para quem desrespeitar a regra.
O caso todo começou porque os vizinhos estavam reclamando da "criação" de Mary Ellen Richards, que tem simplesmente 15 gatos (me bateu de longe). A vizinhança diz que os felinos da mulher arruínam o quintal das casas.
A dona dos bichanos diz que vai enfrentar as multas, mas não pretende ficar morando no local. Ela vai procurar um lugar que seja mais "amigável" com seus filhotes.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Kilimanjaro sem neve

Divulgação Científica.




Agência FAPESP Ernest Hemingway, Ava Gardner e Gregory Peck perderam a vez para as mudanças climáticas globais. Se fosse hoje, As neves do Kilimanjaro, conto escrito em 1936 pelo autor norte-americano que virou um dos maiores sucessos de bilheteria nos cinemas em 1952, teria, no mínimo, que mudar o título.

O motivo é que as famosas neves no maior monte da África, com 5,8 mil metros, que sempre pareceram eternas, estão desaparecendo. Segundo um estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da Proceedings of the National Academy of Sciences, o gelo no topo poderá desaparecer completamente nas próximas duas décadas.

Lonnie Thompson, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, e colegas apontam que as temperaturas mais elevadas, em conjunto com as condições mais secas e com menos nuvens, estão contribuindo para a sublimação e o derretimento do gelo no alto da montanha na Tanzânia.

Os pesquisadores combinaram medidas da área congelada obtidas a partir de fotografias aéreas com dados sobre alterações na espessura do manto para determinar em que velocidade o gelo está sumindo.

Segundo eles, a área total coberta pelo gelo encolheu cerca de 85% entre 1912 e 2007. Se as condições climáticas atuais persistirem, o gelo poderá desaparecer em 2022 ou, no melhor dos cenários, em 2033.

Os autores do estudo destacam que embora as neves do Kilimanjaro tenham sobrevivido por 11.700 anos, incluindo secas históricas e alterações climáticas, sem ações de mitigação eficazes as condições atuais poderão não apenas eliminar o gelo na montanha, mas também promover um significativo impacto na vida das comunidades locais na África.

O artigo Glacier loss on Kilimanjaro continues unabated, de Lonnie Thompson e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org.

terça-feira, novembro 03, 2009

Telhado verde sim senhor!

Um projeto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) chamado Uso Sustentável de Energia (USE), foi lançado com a proposta de implantação do telhado verde e com o objetivo de reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Neste projeto, as telhas usadas nas construções são substituídas por uma camada de vegetação.

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro do USE Márcio D’Avila salienta que o melhor modelo de telhado verde, exige a análise das espécies de plantas a serem utilizadas, por exemplo, é preciso estudar a resistência dessas plantas aos períodos de falta de chuvas. É importante também não esquecer a questão estrutural da casa, o peso que cada estrutura arquitetônica precisar suportar para que o telhado verde não se transforme em soterramento verde.
Experiências com o telhado verde
Como o mundo da ciência é o mundo do ver para crer, é necessário mostrar os benefícios dessa troca das telhas comuns pela camada de vegetação. Dessa forma a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco. Segundo D’Avila o resultado dos testes foi o seguinte: com o telhado verde a temperatura interna da casa (analisada) permaneceu mais constante. Isso significa um menor aumento de temperatura em ambientes sem refrigeração que venham a possuir este tipo de telhado, assim como, uma diminuição das regiões em que há uma retenção maior de calor nos centros urbanos. Seria um alívio pra quem fica esperando pelos ônibus nas paradas,  ter uma cobertura assim…
Primeiros resultados
O comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo de energia em todos os prédios do campus. Um dos vilões do consumo é o ar-condicionado, e segundo o diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
Segundo o comitê, a previsão é estender este projeto para todos os prédios do campus nos próximos seis meses. Essa pesquisa foi iniciada em novembro do ano passado e envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas.

terça-feira, outubro 27, 2009

Diga NÃO à PL154


Nota da APEDeMA-RS sobre a PL 154, pela manutenção do Código Ambiental do RS

O ataque ao conjunto de leis ambientais promovido pelos agentes políticos, que deveriam zelar pela legislação, tornou-se uma prática recorrente no Estado do Rio Grande do Sul (RS).
Na Assembléia Legislativa o Projeto de Lei 154/09 (PL 154), que propõe alteração e flexibilização do Código de Meio Ambiente Estadual, foi protocolado como sendo de autoria da Comissão de Agricultura Pecuária e Cooperativismo, mas segundo deputados da própria comissão, nunca foi discutido e nem votado pelos deputados membros desta. O presidente, o deputado Edson Brum, numa manobra hábil e jogando com os ritos e processos da Casa, simplesmente coletou nove assinaturas e protocolou o PL, sem a assinatura do PT e PSB.
O PL 154 foi elaborado por um grupo de deputados e de entidades ligadas ao agronegócio, não passando sequer pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente, espaço mais adequado para uma proposta de tal envergadura
Além disso, a sociedade sequer foi consultada sobre as alterações propostas pelo Projeto de Lei 154, a consulta e proposição ficaram limitadas aos setores produtivos, e as conseqüências ambientais deste projeto serão sentidas por toda a sociedade.
O atual Código de Meio Ambiente, no entanto, teve por autoria a Comissão de Saúde e Meio Ambiente e foi, exaustivamente, discutido pelas Bancadas e pelas entidades dos mais diferentes setores gaúchos por mais de 5 anos.
O texto do PL 154, que teve parecer favorável na Comissão de Justiça e Constitucionalidade, pelo relator o Dep. Marquinhos Lang (DEM), propõe a criação de um Código Estadual do Meio Ambiente Único, revogando, pelo menos, 7 leis ambientais gaúchas: Código Estadual do Meio Ambiente, Código Florestal do Estado do RS, Organização do Sistema Estadual de Proteção Ambiental, Preservação do Solo Agrícola, Lei do Regramento de Corte de Capoeira que alterou o Código Florestal do RS, Lei que Instituiu o Sistema Estadual de Recursos Hídricos e a Lei que Dispõe sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos.
A idéia de um Código único, pode parecer inicialmente algo moderno, que facilita o acesso à legislação vigente, mas unificar o texto e cirurgicamente retirar partes de interesse específico, como por exemplo, a obrigatoriedade de Estado em prestar informações a população, é no mínimo temerário.  Além do fato de que há uma contradição com o Art. 40 da Constituição do Estado que determina a existência de três Códigos – Código Estadual do Meio Ambiente, Código Estadual de Uso e Manejo do Solo Agrícola e o Código Estadual Florestal.
A proposta do PL 154 precariza e flexibiliza toda a legislação, bem como os instrumentos de controle e gestão ambiental do RS, e se coloca em desacordo com a legislação federal.
Enquanto cidadãos e ambientalistas, conclamamos que os senhores deputados votem NÃO ao PL 154, pois a sustentabilidade dos processo socioambientais depende desse instrumentos jurídicos de proteção e conservação. Ademais, fragilizar a legislação ambiental, no momento em que o mundo busca alternativas para conter os impactos da crise ambiental e climática, demonstra o grau de desconhecimento das verdadeiras demandas sociais e da urgência do tema, por parte do nosso legislativo, por parte dos representantes eleitos com o nosso voto. Estamos atentos aos atos dos Senhores e vamos cobrar uma postura ética e moral referente às questões socioambientais. Por nossas crianças que estão crescendo, pelas futuras gerações, o seu voto pode garantir a sustentabilidade socioambiental de RS.

quarta-feira, outubro 14, 2009


Em um supermercado, duas mulheres se esbarram com seus carrinhos:
Desculpe, mas eu estava distraída. Estou procurando o meu marido
não sei onde ele está.
Que coincidência!!! Também estou procurando o meu marido.
Mesmo? E como ele é?
Bom, ele é moreno, 1,88 de altura, olhos verdes,bronzeado, coxas
grossas, ombros largos e uma bundinha linda! Está usando
 uma calça
jeans surrada e uma camiseta que realça o peito e os braços. E o seu?
- O meu que se rale!!! Vamos procurar o seu!!